Deixo tudo assim não me importo em ver a idade em mim, ouço o que convém, eu gosto é do gasto. Sei do incômodo e ela tem razão quando vem dizer, que eu preciso sim de todo o cuidado. E se eu fosse o primeiro a voltar pra mudar o que eu fiz, quem então agora eu seria? Ahh, tanto faz e o que não foi não é, eu sei que ainda vou voltar, mas eu quem será? Deixo tudo assim, não me acanho em ver vaidade em mim, eu digo o que condiz. Eu gosto é do estrago. Sei do escândalo e eles têm razão quando vem dizer que eu não sei medir nem tempo e nem medo, e se eu for o primeiro a prever e poder desistir do que for dar errado? Ahhh olha, se não sou eu quem mais vai decidir o que é bom pra mim? Dispenso a previsão. Ahhh, se o que eu sou é também o que eu escolhi ser, aceito a condição. Vou levando assim que o acaso é amigo do meu coração, quando falo comigo, quando eu sei ouvir.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Deixo tudo assim não me importo em ver a idade em mim, ouço o que convém, eu gosto é do gasto. Sei do incômodo e ela tem razão quando vem dizer, que eu preciso sim de todo o cuidado. E se eu fosse o primeiro a voltar pra mudar o que eu fiz, quem então agora eu seria? Ahh, tanto faz e o que não foi não é, eu sei que ainda vou voltar, mas eu quem será? Deixo tudo assim, não me acanho em ver vaidade em mim, eu digo o que condiz. Eu gosto é do estrago. Sei do escândalo e eles têm razão quando vem dizer que eu não sei medir nem tempo e nem medo, e se eu for o primeiro a prever e poder desistir do que for dar errado? Ahhh olha, se não sou eu quem mais vai decidir o que é bom pra mim? Dispenso a previsão. Ahhh, se o que eu sou é também o que eu escolhi ser, aceito a condição. Vou levando assim que o acaso é amigo do meu coração, quando falo comigo, quando eu sei ouvir.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Eu ando meio que desligada desse mundo, desaprendi a entender essa tal canalhice que insiste em perseguir as pessoas que de alguma forma eu sinto um afeto enorme; confesso que tou com muito medo, mas o meu medo tá virando uma coisa que eu nunca tinha sentido antes, uma tristeza enorme, um vazio, vozes me dizendo coisas, sabe? você ja se sentiu como se tivesse em um abismo e só tem um dedo seu segurando? você solta ou espera criar forças pra tentar subir? eu tou quase soltando, quase lá, só o que me prende mesmo é o pouco de sentimento que eu vejo numa flor, só isso que não me deixa desmoronar, mas eu não vou aguentar muito tempo e nem tou esperando alguém me salvar, talvez eu só deva me entregar, talvez seja o certo a se fazer, talvez.
domingo, 28 de junho de 2009
Pra nos tornamos imortais a gente tem que aprender a morrer.
Com aquilo que fomos e com aquilo que somos nós;
Pra tudo há uma explicação e para o desentendimento de ambas as partes? A conta da saudade quem é que paga? Tornei-me um lixo, um nojo aprofundado na maior merda em si. Quero meus amigos de volta, mas questão disso desfaz agora, quero meus amores, meus queridos, meus inimigos todos de volta. Quero chorar e chorar sozinha a mesma dor que outrora fiz questão de não chorar, derramar lágrimas agora suplico, desculpe, tentei chorar e não consegui. Pra minha maior impressão me transformei naquilo que eu mais odiava, já não sou mais quem eu era, sou o novo como venho dito, mas de tão novo me tornei velho, sapatos desbotados, vestidos rasgados e sonhos desfeitos, de tanto que eu sonhei.
Não culpo ninguém, de certa forma fui eu mesmo quem quis assim. Se o que eu sou é também o que escolhi, aceito a condição, sem sugestões, por favor, agora me deixe comigo mesma, pode parecer absurdo tanta solidão assim de uma pessoa que vive rodeada de outras pessoas, mas a pessoa que eu quero, eu não a tenho aqui agora. Esse vazio é de direito meu e ninguém pode dizer que sofro a toa, que procuro razões para ficar triste, que me sinto assim porque quero. Ninguém (repito) ninguém pode dizer que estive só comigo mesma em vão, então porque discutir o que não se é da razão? Tenho meus medos sim, mas transformo-os agora em agressão, não física, nem moral; uma agressão maior, agredi meus sentimentos para tentar esquecer o que me lembram toda hora. Sou humana, erro, perdoou, sinto, sofro, vivo, morro, morro e morro.
Pode parecer até exagero, pois que seja, agora vou eu dar de novo minha cara a tapa. Meu coração será destruído e eu sei, mas me arrisco, porque amo, amo como nunca ninguém há de amar, o amor que nunca ninguém consegue explicar, é esse o amor. Como dizem “amor sem sofrimento, não é amor” . Pois digo, todas as dores do amor estou vivendo, mas nem por isso vou deixar de amar.
Ame de todas as formas possíveis e quando não restar mais nenhuma força, ame mais, se não te amarem pelo menos você viveu, amou e foi alguém melhor.
Com aquilo que fomos e com aquilo que somos nós;
Pra tudo há uma explicação e para o desentendimento de ambas as partes? A conta da saudade quem é que paga? Tornei-me um lixo, um nojo aprofundado na maior merda em si. Quero meus amigos de volta, mas questão disso desfaz agora, quero meus amores, meus queridos, meus inimigos todos de volta. Quero chorar e chorar sozinha a mesma dor que outrora fiz questão de não chorar, derramar lágrimas agora suplico, desculpe, tentei chorar e não consegui. Pra minha maior impressão me transformei naquilo que eu mais odiava, já não sou mais quem eu era, sou o novo como venho dito, mas de tão novo me tornei velho, sapatos desbotados, vestidos rasgados e sonhos desfeitos, de tanto que eu sonhei.
Não culpo ninguém, de certa forma fui eu mesmo quem quis assim. Se o que eu sou é também o que escolhi, aceito a condição, sem sugestões, por favor, agora me deixe comigo mesma, pode parecer absurdo tanta solidão assim de uma pessoa que vive rodeada de outras pessoas, mas a pessoa que eu quero, eu não a tenho aqui agora. Esse vazio é de direito meu e ninguém pode dizer que sofro a toa, que procuro razões para ficar triste, que me sinto assim porque quero. Ninguém (repito) ninguém pode dizer que estive só comigo mesma em vão, então porque discutir o que não se é da razão? Tenho meus medos sim, mas transformo-os agora em agressão, não física, nem moral; uma agressão maior, agredi meus sentimentos para tentar esquecer o que me lembram toda hora. Sou humana, erro, perdoou, sinto, sofro, vivo, morro, morro e morro.
Pode parecer até exagero, pois que seja, agora vou eu dar de novo minha cara a tapa. Meu coração será destruído e eu sei, mas me arrisco, porque amo, amo como nunca ninguém há de amar, o amor que nunca ninguém consegue explicar, é esse o amor. Como dizem “amor sem sofrimento, não é amor” . Pois digo, todas as dores do amor estou vivendo, mas nem por isso vou deixar de amar.
Ame de todas as formas possíveis e quando não restar mais nenhuma força, ame mais, se não te amarem pelo menos você viveu, amou e foi alguém melhor.
sábado, 27 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009

Eu cansei de ser assim
Não posso mais levar
Se tudo é tão ruim
Por onde eu devo ir?
A vida vai seguir
Ninguém vai reparar
Aqui neste lugar
Eu acho que acabou
Mas vou cantar
Pra não cair
Fingindo ser alguém
Que vive assim de bem
Eu não sei por onde foi
Só resta eu me entregar
Cansei de procurar
O pouco que sobrou
Eu tinha algum amor
Eu era bem melhor
Mas tudo deu um nó
E a vida se perdeu
Se existe Deus em agonia
Manda essa cavalaria
Que hoje a fé
Me abandonou.
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